quarta-feira, 20 de maio de 2015

OBESIDADE SEM CONTROLE O QUE É PESO SAUDÁVEL? É NATURAL PARA QUALQUER PESSOA QUE TENTA PERDER PESO QUERER PERDÊ-LO MUITO RAPIDAMENTE. MAS AS EVIDÊNCIAS MOSTRAM QUE AS PESSOAS QUE PERDEM PESO GRADUALMENTE E DE FORMA CONSTANTE SÃO MAIS BEM SUCEDIDAS EM MANTER O PESO APÓS ALCANÇAR O ALVO IDEAL. A PERDA DE PESO SAUDÁVEL NÃO É APENAS COM "DIETA" MESMO QUE ASSOCIADA COM “ATIVIDADE FÍSICA”. TRATA-SE DE MUDANÇA DE ESTILO DE VIDA CONTÍNUO QUE INCLUI MUDANÇAS EM LONGO PRAZO NOS HÁBITOS ALIMENTARES E NOS EXERCÍCIOS DIÁRIOS. FISIOLOGIA–ENDOCRINOLOGIA–NEUROENDOCRINOLOGIA–GENÉTICA–ENDÓCRINO-PEDIATRIA (SUBDIVISÃO DA ENDOCRINOLOGIA): DR. JOÃO SANTOS CAIO JR. ET DRA. HENRIQUETA VERLANGIERI CAIO.


PESO SAUDÁVEL: Uma vez que você tenha atingido um peso saudável, por depender de uma alimentação saudável e atividade física regular num mínimo de 3 vezes por semana (cerca de 60-90 minutos, de intensidade moderada), que são mais propensos a ser bem sucedidos em manter o peso em longo prazo. 

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Mesmo uma modesta perda de peso pode significar grandes benefícios. A boa notícia é que não importa qual seja seu objetivo no final da perda de peso, até mesmo uma modesta perda de peso, tais como 5 a 10 por cento do seu peso corporal total, você é susceptível de produzir benefícios para a sua saúde, tais como melhorias na pressão arterial, colesterol no sangue, e açúcar no sangue. Estes detalhes irão poupar riscos efetivos e que inevitavelmente irão ocorrer caso não sejam tomadas atitudes preventivas; problemas hepáticos, cardiorrespiratórios, articulares, renais, etc. De acordo com o National Health and Nutrition Examination Surveys (NHANES 2009-2010), cerca de 69% dos adultos estão com sobrepeso ou obesos, com mais de 78 milhões de americanos adultos considerados obesos, o que nos preocupa é que o Brasil tem acompanhado na mesma proporção um pouco abaixo desses valores. Para apoiar os esforços para ajudar os indivíduos a alcançar o equilíbrio calórico e fornecer insights sobre maneiras pelas quais as comunidades podem ser envolvidas, esta doença vem merecendo atenção crescente como problema de saúde pública, em função do rápido aumento do número de pessoas obesas no mundo - segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), passou de 200 para 300 milhões de adultos entre 1995 e 2000 - e de suas consequências para os serviços de saúde. A OMS considerou recentemente a obesidade como uma epidemia global, afetando não só os países industrializados como também, e de forma crescente, aqueles em desenvolvimento sobrepondo-se ao problema da fome e da desnutrição. Não é raro o paciente alimentar-se com uma dieta programada e até efetuar exercícios e não perder uma grama, porquê? O que pode estar acontecendo? Existem sinais e sintomas que nos falam da possível causa. Aqui vão alguns bloqueadores da perda de peso e algumas sugestões do que fazer para identificá-los: estudos mostram que o hipotiroidismo subclínico - aquele que não aparece nos exames - é cada vez mais comum, mas a pessoa apresenta todos os sintomas do hipotireoidismo. Se você nota que seu metabolismo está lento, que está ganhando peso sem motivo aparente ou sente muita dificuldade de emagrecer, a sua tireóide pode estar com problemas. Para saber se algo vai mal, você deve procurar um endocrinologista ou neuroendocrinologista para fazer uma avaliação clínica e exames laboratoriais e veja como está o seu TSH (hormônio estimulador da tireóide), entre outros exames sequenciais importantes. 

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Outros sintomas que merecem atenção são: fadiga extrema, aumento da sensibilidade ao frio, intestino lento, queda de cabelo, unhas muito fracas, pele seca, dores articulares ou até depressão. Quanto mais alto estiver o TSH, mais provável o fato de a glândula estar trabalhando em modo lento mas esta dedução é técnica e deve ser feita por médico experiente endocrinologista ou profissionais afins. Outro problema muito comum principalmente entre as mulheres é o descontrole hormonal e no caso das mulheres é a Síndrome dos Ovários Policísticos (SOP). Embora nem todas com SOP ganhem peso, o excesso de gordura corporal, principalmente na cintura, obesidade abdominal, é comum nesses casos. A mulher apresenta aumento de pelos faciais e corporais, menstruação irregular, acne e até mesmo infertilidade. A síndrome de climatério e/ou menopausa são fatores extremamente agravantes do acúmulo de gordura corporal, notadamente intra-abdominal visceral ou central, pois com o passar do tempo deveríamos ingerir uma quantidade menor de alimento comprometedor, principalmente os muito calóricos devido todas as funções metabólicas necessitarem de menos substâncias calóricas, e é uma verdadeira “lei de oferta e de procura”, pelo simples motivo de ocorrer um efeito dominó. Em relação aos hormônios tireoidianos e outros hormônios seus você não apresenta menopausa, mas sim tireopausa, somatopausa e outras pausas metabólicas e hormonais que exigem a correção imediata, pois os sintomas são cruéis e com a evolução do tempo ainda lhe leva ao envelhecimento muito rápido. Este fato não acontece exclusivamente com mulheres, mas com homens também, só que alguns anos mais tarde. O ganho de peso é comum, pois o problema caminha lado a lado com a resistência à insulina que, se não tratada, pode levar ao diabetes tipo 2. Em termos práticos, isso significa que a pessoa não processa o açúcar da forma correta e acaba armazenando gordura na região do abdômen principalmente, mas de forma periférica também acarretando a mudança de seu shape. O que você tem que fazer é começar já a prevenção e correção das disfunções e detalhes ambientais.
Dr. João Santos Caio Jr.

Endocrinologia – Neuroendocrinologista

CRM 20611

Dra. Henriqueta V. Caio
Endocrinologista – Medicina Interna
CRM 28930


Como saber mais:
1. Pesos corporais mais elevados também estão associados com aumentos em todas as causas de mortalidade. Indivíduos obesos também podem sofrer de estigmatização social e discriminação. Como um dos principais contribuintes à morte hoje nos Estados Unidos, são o sobrepeso e a obesidade que representam um grande desafio de saúde pública...
http://hormoniocrescimentoadultos.blogspot.com.

2. O que é o percentil de IMC e como ele é interpretado? Após o IMC se calcula para crianças e adolescentes, que é expressa como uma percentil que pode ser obtido a partir de qualquer gráfico ou uma calculadora de percentil. Esses percentuais expressam o IMC de uma criança...
http://longevidadefutura.blogspot.com

3. Os gráficos de IMC para idade e o percentil de crescimento são os indicadores mais utilizados para medir os padrões de tamanho e crescimento de crianças e adolescentes nos Estados Unidos...
http://imcobesidade.blogspot.com

AUTORIZADO O USO DOS DIREITOS AUTORAIS COM CITAÇÃO
DOS AUTORES PROSPECTIVOS ET REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA.

Referências Bibliográficas:
Caio Jr, João Santos, Dr.; Endocrinologista, Neuroendocrinologista, Caio,H. V., Dra. Endocrinologista, Medicina Interna – Van Der Häägen Brazil, São Paulo, Brasil; Marketdata Enterprises: The U.S. Weight Loss & Diet Control Market (10th Edition); Lynbrook 2009; Monteath SA, McCabe MP: The influence of societal factors on female body image; J Soc Psychol 1997, 137: 708-727; Neumark-Sztainer D, Rock CL, Thornquist MD, Cheskin LJ, Neuhouser ML, Barnett MJ: Weight-control behaviors among adults and adolescents: Associations with dietary intake. Prev Med 2000, 30:381-391; Jeffery RW, Adlis SA, Forster JL: Prevalence of dieting among working men and women: The Healthy Worker Project. Health Psychol 1991, 10:274-281; Mann T, Tomiyama AJ, Westling E, Lew AM, Samuels B, Chatman J: Medicare's Search for Effective Obesity Treatments: Diets Are Not the Answer. Am Psychol 2007, 62:220-233; Neumark-Sztainer D: Preventing obesity and eating disorders in adolescents: what can health care providers do? J Adolesc Health 2009, 44:206-213; Daníelsdóttir S, Burgard D, Oliver-Pyatt W: AED Guidelines for Childhood Obesity Prevention Programs. Academy of Eating Disorders; 2009; Bacon L: Health at Every Size: The Surprising Truth About Your Weight. Second edition. Dallas: BenBella Books; 2010; Schmidt H, Voigt K, Wikler D: Carrots, Sticks, and Health Care Reform -- Problems with Wellness Incentives. N Engl J Med 2009, 362:e3; Medical News Today: Eating Disorder Organizations Join Forces To Urge Focus On Health And Lifestyle Rather Than Weight. 2009; Bacon L, Stern J, Van Loan M, Keim N: Size acceptance and intuitive eating improve health for obese, female chronic dieters. J Am Diet Assoc 2005, 105:929-936;Ciliska D: Evaluation of two nondieting interventions for obese women. West J Nurs Res 1998, 20:119-135; Goodrick GK, Poston WSC II, Kimball KT, Reeves RS, Foreyt JP: Nondieting versus dieting treatment for overweight binge-eating women. J Consult Clin Psychol 1998, 66:363-368; Tanco S, Linden W, Earle T: Well-being and morbid obesity in women: A controlled therapy evaluation. Int J Eat Disord 1998, 23:325-339.



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